The Handmaid's Tale Brasil

Review episódio 2×09 – Smart Power

Desculpem-nos o atraso com a review dessa semana e não percam The Handmaid’s Tale, às 21h, todo domingo na Paramount Channel.

Spoilers a seguir.

“Smart Power” começou com cenas tranquilas, mas não posso dizer o mesmo sobre o seu decorrer. Sem flashbacks novamente, essa semana vimos Gilead e também voltamos ao Canadá.

O plot principal do episódio tratou-se sobre uma viagem de negócios do Comandante Waterford (Joseph Fiennes) ao país vizinho, uma brecha aberta após o ataque terrorista ao novo centro. Convencida por Fred, Serena (Yvonne Strzechowski) o acompanhou, praticamente apenas para que ele mostrasse ao outro país que estavam “errados” ao pensar que as mulheres em Gilead não tinham voz. Entretanto, é claro que ela não iria sem antes soltar uma bomba sobre o colo da protagonista (logo quando pensei que a relação delas estavam avançando): ela avisa a aia que a quer fora de casa assim que der à luz ao bebê que carrega.

Já em solo canadense, a visita dos Waterfords vira notícia, e é dessa maneira que Moira (Samira Wiley) reconhece o senhor pela tv, contando a Luke (O. T. Fagbenle) que aquele é o comandante de June. Impotentes, eles descobrem que nada pode ser feito à ele. Do outro lado da moeda, os Waterfords são bem recebidos (na medida do possível), e eu preciso destacar a cena em que Serena ganha a “agenda” do dia. Sabendo que de acordo com a lei as mulheres não podem ler/escrever em Gilead, ela recebe uma folha com desenhos. Eu consegui sentir através da personagem o sentimento de humilhação, e não foi a única vez. Aconteceu de novo, quando uma criança se aproximou da senhora com sua mãe, e a mulher se recusou a pegar o mesmo elevador que ela.
Uma das minhas cenas preferidas aconteceu logo em seguida. Guardem esse nome: Mark Tuello (Sam Jaeger), é muito provável que ele volte a ser citado. Durante um tempo livre no Canadá, Serena conhece um homem, que a oferece ajuda, e não a promete não só liberdade, como também um filho, caso ela deixe a vida em Gilead. Foi perceptível que pelo menos um pequeno lado da mulher tendeu a aceitar a proposta. Eu acredito que a máscara de esposa perfeita e obediente está caindo, e vocês?

Enquanto isso, em Gilead, June (Elisabeth Moss) está apreensiva ao saber que terá de deixar o bebê assim que ele nascer. Então, ela procura por madrinhas. Sabendo que Rita (Amanda Brugel) é de extrema confiança, pede a ela que cuide da criança, quando ela não estiver mais lá. A segunda opção, confesso que me chocou um pouco, mas agora não vejo escolha melhor, June faz o mesmo pedido a Tia Lydia (Ann Dowd), que também promete não deixar nada de ruim acontecer a seu filho.

As últimas cenas são a própria definição de ~tiro porrada e bomba~. Durante uma manifestação, Luke aproveita a oportunidade para confrontar Waterford, enquanto segurava um cartaz com a foto de June e Hannah (Jordana Blake). É notório o choque do Comandante e de Serena, ao ver sobre quem se tratava, mas eles o ignoram. Algum tempo depois, Nick se encontra com Luke num bar, após seguí-lo, e lhe entrega as cartas das Jezebels. Sem perder tempo, juntamente de Moira, eles divulgam as cartas, fazendo com que os Waterfords fossem expulsos do Canadá e as pessoas comessem uma revolta. No finalzinho, já de volta em Gilead, após Nick contar a June sobre os acontecimentos recentes, uma chama de esperança volta a pairar sobre ela, que decide mais uma vez, que fará de tudo para que seu bebê não seja criado ali.

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